quinta-feira, 21 de junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Podemos vencer a exclusão digital
Podemos vencer a exclusão digital
De acordo com a professora e coordenadora Léa Fagundes podemos vencer a exclusão digital, basta ter vontade de fazer acontecer.
A famosa desculpa: gostaríamos de inserir nossos educandos no mundo globalizado, mas não dispomos de máquinas e nem de recursos financeiros, não pode mais ser usada. Os recursos do Proninfo e Proinfo mudou essa realidade, entretanto, agora esbarramos na questão: temos máquinas e não dispomos de recursos humanos (profissionais que saibam utilizar um laboratório) adequadamente.
É importante lembrar que ter um laboratório de informática na escola demanda custo e é a escola quem arca com esse custo.
A inclusão digital é uma mudança de postura do professor. E mesmo que algum profissional ainda resista a essa mudança digital, o próprio aluno pede , exige essa mudança na aula que implicará na reformulação do planejamento. Uma alternativa é trabalhar com projeto.
A famosa desculpa: gostaríamos de inserir nossos educandos no mundo globalizado, mas não dispomos de máquinas e nem de recursos financeiros, não pode mais ser usada. Os recursos do Proninfo e Proinfo mudou essa realidade, entretanto, agora esbarramos na questão: temos máquinas e não dispomos de recursos humanos (profissionais que saibam utilizar um laboratório) adequadamente.
É importante lembrar que ter um laboratório de informática na escola demanda custo e é a escola quem arca com esse custo.
A inclusão digital é uma mudança de postura do professor. E mesmo que algum profissional ainda resista a essa mudança digital, o próprio aluno pede , exige essa mudança na aula que implicará na reformulação do planejamento. Uma alternativa é trabalhar com projeto.
Qual é o Problema?
Qual é o problema?
Talvez o problema esteja na maneira como desempenhar o papel de professor. Foram educados para reproduzir e não para formular questões.
Uma parcela de profissionais ainda continuam reproduzindo o que aprenderam mesmo sabendo que a educação precisa mudar, que são responsáveis por essa mudança, porém quando chegam na sala de aula, no dia-a-dia, com o concreto e real, percebe-se que é difícil fazer o aluno formular suas próprias perguntas, teorias, interpretações, seu próprio discurso.
O professor busca receita e entrega essa receita, acreditando que dessa forma está contribuindo com a educação.
Hoje a mudança na no sistema e de postura do profissional mostra que esse quadro está mudando. Há aqueles que resistem a mudança ou não acreditam nela. É visível que esta mudança está ocorrendo, não bruscamente, mas de forma lenta. Muitos profissionais procuram adotar uma postura diferente (mesmo correndo o risco de errar) para inovar e contribuir com a educação. Buscando fazer a diferença.
Uma parcela de profissionais ainda continuam reproduzindo o que aprenderam mesmo sabendo que a educação precisa mudar, que são responsáveis por essa mudança, porém quando chegam na sala de aula, no dia-a-dia, com o concreto e real, percebe-se que é difícil fazer o aluno formular suas próprias perguntas, teorias, interpretações, seu próprio discurso.
O professor busca receita e entrega essa receita, acreditando que dessa forma está contribuindo com a educação.
Hoje a mudança na no sistema e de postura do profissional mostra que esse quadro está mudando. Há aqueles que resistem a mudança ou não acreditam nela. É visível que esta mudança está ocorrendo, não bruscamente, mas de forma lenta. Muitos profissionais procuram adotar uma postura diferente (mesmo correndo o risco de errar) para inovar e contribuir com a educação. Buscando fazer a diferença.
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