terça-feira, 28 de agosto de 2007
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Mudança de Postura do Professor?
Olá Fran! Me perdoa pela demora.
Sobre os textos refleti e acredito que há boas intenções,porém às vezes dá a impressão é que nós professores somos os responsáveis pela fracasso na educação. Sabemos que alguns profissionais não trabalham com seridade, mas não podemos generalizar. O problema por exemplo com a avaliação, o conteúdo:De acordo com o texto o X da questão não está em ser construtivista ou não-constuitivista, mas em buscar um equilíbrio que beneficie a aprendizagem do aluno.
As inquietações por parte dos professores é compreensível e o texto não desaprecia essa preocupação, mostra que estamos preocupados com a cobrança que teremos no futuro. Falar de um currículo plural é fácil, colocá-lo em pratica é o problema. A pratica está um pouco distante porque não há ou não se percebe uma mudança na grade curricular. As escolas agora são autônomas para criar e desenvolver o PPP e sempre deixam claro que o mesmo é flexível que pode ser “alterado”, porém quando elaboramos o PPP estamos apoiados em leis ou mais específico LDB.
O aluno que presta o vestibular para medicina, engenharia ou outro curso em que o vestibular é pré-requisito e não é aprovado provavelmente culparam a escola(professores, direção, assistente-técnico,pedagógico0, porque o vestibular é tem como base a grade curricular.
Por outro lado entendo que o texto sugere que nos preocupemos mais como o conhecimento dos alunos na aprendizagem e que é nossa obrigação nos adequar visando um currículo plural que dê conta de contextualizar conteúdos, desafiando-os a sistematizar e formalizar os conteúdos.
O que não acho justo é a escola avaliar de várias formas, ser flexível, quanto a questão curricular, o professor mudar sua postura e no final do processo o aluno reprovar no vestibular pelo simples fato de não hacer uma mudança de postura no mesmo.
É preciso seridade e honestidade com a escola (Professores, alunos, pais, comunidade...)se o vestibular é uma prova e nele não há outra forma de avaliar o que fazer??? Os responsáveis pelo vestibular que é uma forma de seleção está buscando uma turma homogênea???
Quém é o verdadeiro responsável pelo professor se preocupar tanto com a grade curricular e as provas???
Acredito também que o professor precise ser mais valorizado e estimulado, tem que ter um investimento na educação em todos os segmentos e níveis, o que temos hoje não é o suficiente. O professor precisa estar bem preparado para dar uma aula, no entanto não dispõe de tempo para preparar bem porque muitas vezes trabalha três ou quatro escolas para suprir uma necessidade financeira!
Sobre os textos refleti e acredito que há boas intenções,porém às vezes dá a impressão é que nós professores somos os responsáveis pela fracasso na educação. Sabemos que alguns profissionais não trabalham com seridade, mas não podemos generalizar. O problema por exemplo com a avaliação, o conteúdo:De acordo com o texto o X da questão não está em ser construtivista ou não-constuitivista, mas em buscar um equilíbrio que beneficie a aprendizagem do aluno.
As inquietações por parte dos professores é compreensível e o texto não desaprecia essa preocupação, mostra que estamos preocupados com a cobrança que teremos no futuro. Falar de um currículo plural é fácil, colocá-lo em pratica é o problema. A pratica está um pouco distante porque não há ou não se percebe uma mudança na grade curricular. As escolas agora são autônomas para criar e desenvolver o PPP e sempre deixam claro que o mesmo é flexível que pode ser “alterado”, porém quando elaboramos o PPP estamos apoiados em leis ou mais específico LDB.
O aluno que presta o vestibular para medicina, engenharia ou outro curso em que o vestibular é pré-requisito e não é aprovado provavelmente culparam a escola(professores, direção, assistente-técnico,pedagógico0, porque o vestibular é tem como base a grade curricular.
Por outro lado entendo que o texto sugere que nos preocupemos mais como o conhecimento dos alunos na aprendizagem e que é nossa obrigação nos adequar visando um currículo plural que dê conta de contextualizar conteúdos, desafiando-os a sistematizar e formalizar os conteúdos.
O que não acho justo é a escola avaliar de várias formas, ser flexível, quanto a questão curricular, o professor mudar sua postura e no final do processo o aluno reprovar no vestibular pelo simples fato de não hacer uma mudança de postura no mesmo.
É preciso seridade e honestidade com a escola (Professores, alunos, pais, comunidade...)se o vestibular é uma prova e nele não há outra forma de avaliar o que fazer??? Os responsáveis pelo vestibular que é uma forma de seleção está buscando uma turma homogênea???
Quém é o verdadeiro responsável pelo professor se preocupar tanto com a grade curricular e as provas???
Acredito também que o professor precise ser mais valorizado e estimulado, tem que ter um investimento na educação em todos os segmentos e níveis, o que temos hoje não é o suficiente. O professor precisa estar bem preparado para dar uma aula, no entanto não dispõe de tempo para preparar bem porque muitas vezes trabalha três ou quatro escolas para suprir uma necessidade financeira!
quinta-feira, 21 de junho de 2007
quarta-feira, 20 de junho de 2007
Podemos vencer a exclusão digital
Podemos vencer a exclusão digital
De acordo com a professora e coordenadora Léa Fagundes podemos vencer a exclusão digital, basta ter vontade de fazer acontecer.
A famosa desculpa: gostaríamos de inserir nossos educandos no mundo globalizado, mas não dispomos de máquinas e nem de recursos financeiros, não pode mais ser usada. Os recursos do Proninfo e Proinfo mudou essa realidade, entretanto, agora esbarramos na questão: temos máquinas e não dispomos de recursos humanos (profissionais que saibam utilizar um laboratório) adequadamente.
É importante lembrar que ter um laboratório de informática na escola demanda custo e é a escola quem arca com esse custo.
A inclusão digital é uma mudança de postura do professor. E mesmo que algum profissional ainda resista a essa mudança digital, o próprio aluno pede , exige essa mudança na aula que implicará na reformulação do planejamento. Uma alternativa é trabalhar com projeto.
A famosa desculpa: gostaríamos de inserir nossos educandos no mundo globalizado, mas não dispomos de máquinas e nem de recursos financeiros, não pode mais ser usada. Os recursos do Proninfo e Proinfo mudou essa realidade, entretanto, agora esbarramos na questão: temos máquinas e não dispomos de recursos humanos (profissionais que saibam utilizar um laboratório) adequadamente.
É importante lembrar que ter um laboratório de informática na escola demanda custo e é a escola quem arca com esse custo.
A inclusão digital é uma mudança de postura do professor. E mesmo que algum profissional ainda resista a essa mudança digital, o próprio aluno pede , exige essa mudança na aula que implicará na reformulação do planejamento. Uma alternativa é trabalhar com projeto.
Qual é o Problema?
Qual é o problema?
Talvez o problema esteja na maneira como desempenhar o papel de professor. Foram educados para reproduzir e não para formular questões.
Uma parcela de profissionais ainda continuam reproduzindo o que aprenderam mesmo sabendo que a educação precisa mudar, que são responsáveis por essa mudança, porém quando chegam na sala de aula, no dia-a-dia, com o concreto e real, percebe-se que é difícil fazer o aluno formular suas próprias perguntas, teorias, interpretações, seu próprio discurso.
O professor busca receita e entrega essa receita, acreditando que dessa forma está contribuindo com a educação.
Hoje a mudança na no sistema e de postura do profissional mostra que esse quadro está mudando. Há aqueles que resistem a mudança ou não acreditam nela. É visível que esta mudança está ocorrendo, não bruscamente, mas de forma lenta. Muitos profissionais procuram adotar uma postura diferente (mesmo correndo o risco de errar) para inovar e contribuir com a educação. Buscando fazer a diferença.
Uma parcela de profissionais ainda continuam reproduzindo o que aprenderam mesmo sabendo que a educação precisa mudar, que são responsáveis por essa mudança, porém quando chegam na sala de aula, no dia-a-dia, com o concreto e real, percebe-se que é difícil fazer o aluno formular suas próprias perguntas, teorias, interpretações, seu próprio discurso.
O professor busca receita e entrega essa receita, acreditando que dessa forma está contribuindo com a educação.
Hoje a mudança na no sistema e de postura do profissional mostra que esse quadro está mudando. Há aqueles que resistem a mudança ou não acreditam nela. É visível que esta mudança está ocorrendo, não bruscamente, mas de forma lenta. Muitos profissionais procuram adotar uma postura diferente (mesmo correndo o risco de errar) para inovar e contribuir com a educação. Buscando fazer a diferença.
terça-feira, 22 de maio de 2007
Capacitação para Professores
Iniciamos o curso pontualmente às 14:00 horas do dia 22/05/2007.
Voltamos a ser alunas e encontramos alguns contra tempo devido aos problemas tecnológicos e fomos alunas dedicadas.
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